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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

FAMÍLIA - A PRIMEIRA IGREJA

Diácono Almir Martins



Irmãos e irmãs! Neste mês de agosto, estamos lembrando a FAMÍLIA.. É a mais antiga instituição social. A PRIMEIRA IGREJA criada por Deus .  Em Gênesis aprendemos que no início que Deus criou e uniu o homem e a mulher "numa só carne".  A família  brasileira desde os primórdios sempre foi atingida por possíveis transformações nos panoramas social, político, cultural, econômico e biológico que influenciam os conceitos da mesma e as tendências de conduta e comportamento diante de determinadas situações são com ela alteradas no decorrer da história. 

A família, atualmente,nos seus diversos tipos,  é uma das instituições sociais mais valorizadas pelos brasileiros. Mas, o interessante é discriminar sobre quais bases essa instituição se sustenta e o conceito que a mantém sendo que o melhor exemplo é o papel da mulher dentro da família.
A constituição básica da família brasileira,  ainda é nuclear (marido, esposa e filhos), mas esse tipo de estrutura, criando individualismos, e afastando-se de uma vida cristã, vem perdendo espaço na família brasileira que hoje em muitos casos,  conta apenas por mãe e filhos. Considerando-se tal constatação, é fácil identificar o motivo do crescente prestígio da figura materna e a conseqüente queda na importância atribuída ao pai. E desde as eras mais remotas o pai é a pessoa da família com quem menos se conversa, as jovens de hoje procuram muito mais maridos fiéis e compreensivos do que trabalhadores e esforçados como as moças de antes. 

A família da nossa Diocese, à  exemplo da família brasileira, não tem sido uma verdadeira  igreja doméstica, ou a igreja do portão para dentro. Para a maioria dos brasileiros a família, o estudo, o trabalho, a religião, o dinheiro e o lazer tem respectivamente nesta ordem, diferenciados níveis de importância, apesar da maioria enfatizar a grande importância da família e quererem ter filhos algum dia, não demonstram a mesma simpatia pelo casamento que as gerações anteriores datadas do início do século XIX até o fim do século XX. 


Afinal, esta instituição representava antes  poder, segurança e respeitabilidade, o que não acontece mais nos dias atuais..
O padrão da família brasileira da primeira metade do século XIX até a primeira metade do século XX era constituída por um pai, mãe e filhos. Os integrantes da família brasileira deste período eram comandados por um pai e esposo contido no choro e na demonstração de sentimentos, eram duros e jamais demonstravam fragilidade. Antes o homem era formado para ser mais racional, e menos emocional o que dificultava o relacionamento afetivo. Este ensinamento sobre a firmeza masculina para dirigir o lar era ensinado de pai para filho, sempre reafirmando os ideais de filhas casando-se cedo para seguir os passos da mãe, uma mulher frágil, submissa, contida e respeitável. Muitas vezes os casamentos eram arranjados. Muitos eram os pais que  decidiam  e até determinavam  o futuro dos filhos sem lhes consultar as preferências.. Os filhos que se rebelavam e não aceitavam a dominação paterna eram sempre castigados, deserdados e até expulsos de casa. 



Devido às poucas opções de escolha, restava à mulher o casamento onde a mesma representava a proteção na família e tinha a obrigação de ensinar a decência e educar os filhos. Ao marido era de competência zelar pela segurança e conforto material da família, sendo isto válido para todas as classes sociais. O amor, a estima, a dedicação e gratidão era relevantes nos casamentos principalmente dos mais pobres.. A única preocupação do pai era em alimentar e quando estes eram de classes mais abastadas fornecer um bom estudo aos filhos homens, às mulheres apenas lhes eram ensinados as atividades domésticas.. Todo o século XIX foi marcado pela repressão do pai ao resto da família que não desfrutava do direito de opinar em situação alguma sobre o próprio futuro ou expor sua opinião sobre seus gostos, desejos e anseios.
Estamos no século XXI. Hoje estamos  acompanhando o surgimento de novos tipos - que muitos chamam também  de "família", com conceitos diversos e formações muitas vezes afastadas daquela criada ´por Deus no princípio do mundo. Que neste mês dedicado à família, com várias atividades na Diocese e na Paroquia Imaculada conceição - como a ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO PELAS FAMÍLIAS (QUARTA -FEIRA dia 17 de agosto ,  A HORA DA LUZ  pelas  rádios NO DIA 18 DE AGOSTO, e as missas e celebrações dominicais deste mês,  possam mais e melhor  colocar em nossos corações esta vontade de valorizarmos as nossas famílias - essa PRIMEIRA IGREJA CRIADA POR DEUS NO MUNDO! AMÉM!

quarta-feira, 13 de julho de 2016

UMA SANTA DE MISERICÓRDIA 


por Diácono Almir Martins


Santa Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus, nossa santa imbitubense, podemos afirmar, foi uma santa misericordiosa! 
Amábile Lúcia Visintainer, a Santa Paulina, nasceu em 16 de dezembro de 1865, na província de Trento, no norte da Itália. Essa tirolesa de fé, ainda menina, veio residir no Brasil, junto com imigrantes, indo se instalar na cidade de Nova Trento, em Santa Catarina.
Menina de fé  recebeu a primeira comunhão,sendo desde criança  tomada de compaixão pelos mais sofridos,  passou a dedicar-se de à caridade, consolando e ajudando os necessitados, os idosos, os abandonados, os doentes e as crianças. Caridade foi seu maior mandamento. 

Com a permissão de seu pai, Amábile construiu um pequeno casebre, próximo à capela, para aí rezar, cuidar dos doentes e instruir as crianças. A primeira paciente chegou a ela no dia 12 de julho de 1890, data considerada como o dia da fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, a primeira congregação religiosa feminina fundada em solo brasileiro. Amábile recebeu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus e foi nomeada Superiora, passando a ser chamada de Madre Paulina. 

A santidade e a vida apostólica de Madre Paulina e de suas Irmãzinhas atraíram muitas vocações, apesar da pobreza e das dificuldades em que viviam. Além do cuidado aos doentes, às crianças órfãs, os trabalhos da paróquia, trabalhavam também numa pequena indústria da seda para prover o sustento. 

Em 1903 Madre Paulina transferiu-se para São Paulo, fixando-se no Bairro do Ipiranga e iniciou a obra da "Sagrada Família" para abrigar os ex-escravos e seus filhos depois da abolição da escravidão. 

No ano de  1938, registra a história da Santa, foi  acometida pelo diabetes, iniciava um período de grande sofrimento. Precisou amputar o braço direito e progressivamente ficou cega. Madre Paulina morreu serenamente no dia 09 de julho de 1942, na Casa Geral de sua Congregação, em São Paulo. 

Ela foi beatificada pelo Papa João Paulo II em 1991, tendo o milagre que levou à beatificação ocorrido na paróquia de Imbituba. O mesmo pontífice a canonizou em 2002. Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus se tornou a primeira Santa do Brasil.  

Por tudo o que fez em favor dos mais sofridos, órfãos, doentes e idosos, podemos dizer que é uma grande intercessora nossa junto à Jesus Cristo. Foi uma santa "rica em misericórdia". Padroeira da Comunidade de Paes Leme ao lado de São Camilo, Santa Paulina é para nós um exemplo de cristã que assumiu plenamente sua missão, exemplarmente.. Foi fiel a Deus durante toda a sua vida e aceitou tudo, os ventos favoráveis e aqueles ventos contrários, testemunhando sempre o seu amor pela Igreja e pela sua querida Congregação. Viveu uma vida de autêntica religiosa, até mesmo quando provada com humilhações na sua caminhada, e diante de suas doenças. Os ventos contrários a levavam sempre mais adiante. Soube compreender a vontade de Deus diante desses ventos contrários. Por isto foi Santa de Misericórdia, tanto corporais como espirituais spirituais. Sofreu com os que sofreram, chorou com os que choraram.

terça-feira, 7 de junho de 2016

AS COLUNAS DA IGREJA

por Diácono Almir Martins
Durante este mês de Junho celebramos as duas colunas da Igreja: São Pedro e São Paulo, além de Santo Antônio no dia 13 e São João Batista no dia 24.
Estes quatro modelos de santidade, podemos dizer, foram verdadeiros sinais  permanentes da presença de Deus no meio do Seu povo. Cada um deles com  seu jeito de ser, de evangelizar, com seu modo de viver diferente um do outro, buscaram sua santificação na fé, na esperança e na caridade. 
Sinal de salvação, a Igreja é o sacramento da salvação, é a presença do Cristo no meio de nós; é o próprio Corpo de Cristo vivo e atuante, através de seus santos, inspirando-nos com suas ações apostólicas.  Jesus quis contar com colaboradores frágeis, mas revestidos da Sua graça para que a Sua Igreja se expandisse pelo mundo. Fiéis ao "IDE POR TODO MUNDO E PREGAI O EVANGELHO" , estas colunas da Igreja - Pedro e Paulo - fizeram a Igreja de Cristo resplandecer no mundo.
A unidade da fé, a unidade do Corpo de Cristo, a unidade dos membros, a unidade com a Cabeça da Igreja, que é o próprio Cristo Senhor, ensinaram essas colunas a se sustentarem. Daí, primeiro destacar  a figura de Pedro, aquele que representa a unidade da fé. O Papa Francisco, é o Sucessor de Pedro, não é aquele que é o mandatário da Igreja; ele é o maior e o primeiro dos servidores, mas é na figura dele, é na pessoa dele, é naquilo que ele exerce que se configura a unidade do Corpo místico de Cristo.
Tudo começa com o precursor João Batista. Depois Pedro. Paulo não conheceu Jesus Cristo, mas fiel aos ensinamentos e por sua evangelização, tornou-se a segunda coluna da Igreja. Em Pedro a Igreja é católica (“católica” significa “universal” em grego). Tudo isso está configurado na pessoa de Pedro, mas a Igreja também é missionária, é carismática e se expande por todo o mundo, daí a importância da figura de São Paulo, incansável, movido pelo Espírito Santo, levou por todo o Mediterrâneo a Palavra do Evangelho, com coragem, ousadia, mas, sobretudo, movido pela força do Espírito. Santo Antônio, lembrado no dia 13 deve também ser lembrado pela caminhada evangélica entre os pobres, os desvalidos, os famintos e aflitos, tornando-se também um pilar da Igreja. A Igreja quer ser una, mas também quer ser católica como o Senhor quis. E ela contém toda a verdade da fé para todos os povos e todas as gentes em seus santos juninos. Neste mês de junho , que Pedro e Paulo roguem pela Igreja do Senhor, para que ela seja cada vez mais una e missionária na pregação do Evangelho! Amém!

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A MÃE DA SANTA EUCARISTIA  


por Diácono Almir Martins

Minha irmã, meu irmão, com alegria podemos dizer que Maria é 
A MÃE DA SANTA EUCARISTIA!



Para poder fazer essa afirmação, fomos buscar ensinamentos deixados pelo Santo Papa João Paulo II, estudando  com interesse a encíclica "Ecclesia de Eucharistia", vamos aprender que nela a Igreja propôs refletir sobre a ligação ou vínculo  que  existe entre Maria e a Eucaristia. Efetivamente, no capítulo VI da mencionada encíclica, intitulado "Na escola de Maria, Mulher “eucarística”, diz-nos que Ela «pode guiar-nos para o Santíssimo Sacramento porque tem uma profunda ligação com Ele». 
Que relação tem Maria com a Sagrada Eucaristia? 
A Mãe participou da Última Ceia, quando Jesus instituiu este sacramento ou, em todo caso, das celebrações eucarísticas da primeira comunidade cristã? 
A Mãe está presente em todas as cerimônias eucarísticas da Igreja? 
O que pode nos ensinar Maria respeito a nosso amor ao Senhor Jesus sacramentado? 
Segundo o Papa João Paulo II,  a primeira coisa que devemos dizer é que em toda a Sagrada Escritura não se menciona explicitamente a relação entre a Maria e a Eucaristia. « À primeira vista, o Evangelho nada diz a tal respeito. A narração da instituição, na noite de Quinta-feira Santa, não fala de Maria» Entretanto sabemos, seguindo o relato dos Atos dos Apóstolos, que Maria perseverava na oração com a primeira comunidade esperando o Espírito Santo. Assim, a Mãe «não podia certamente deixar de estar presente, nas celebrações eucarísticas, no meio dos fiéis da primeira geração cristã, que eram assíduos à «fração do pão». Estamos no mês de maio, mês mariano, no dia 13 lembramos Fátima, a Festa da Ascensão do Senhor no dia 08, e Pentecostes no dia 15 de maio, e dia 22 a Santíssima Trindade, culminando no dia 26 com a Festa de Corpus Christi.  
Por tudo isto, além da participação de Maria nas primeiras missas, «pode-se delinear a relação de Maria com a Eucaristia indiretamente a partir da sua atitude interior. Maria é mulher «eucarística» na totalidade da sua vida», pois é a Mãe da Jesus. Como nos diz João Paulo II em sua carta apostólica Mane nobiscum Domine, Ela «encarnou a lógica da Eucaristia na sua existência inteira». Portanto, podemos dizer que a espiritualidade de Maria é uma espiritualidade nitidamente Eucarística. Desta forma «A Igreja, vendo em Maria o seu modelo, é chamada a imitá-La também na sua relação com este mistério santíssimo.» 
E como viveu Maria sua “fé eucarística”? 
Como devotos de Maria podemos dizer com o Papa que  «de certo modo, Maria praticou a sua fé eucarística ainda antes de ser instituída a Eucaristia, quando ofereceu o seu ventre virginal para a encarnação do Verbo de Deus.» 
Meu irmão, minha irmã, que neste mês  de Maio, mês de Maria, possamos viver intensamente na Paróquia Imaculada Conceição ou onde  estiver vossa a comunidade de fé, estes santos mistérios que têm como ponto alto: Jesus Eucarístico. Amém!  

segunda-feira, 18 de abril de 2016



DA PÁSCOA RUMO À PENTECOSTES

                      por Diácono Almir Martins


A FESTA DOS CINQUENTA  DIAS  -  O espaço de tempo  entre a Ressurreição do Senhor  - a Páscoa - e o cumprimento da promessa do  envio do Paráclito, que termina no dia 14 de maio, dia de São Matias Apóstolo, quando a Igreja lembra  a Solenidade de Pentecostes.

Três  textos bíblicos  nos ensinam sobre " a Força pela pela qual caminha a Igreja - O Envio do Espírito Santo sobre Maria Santíssima e os Apóstolos reunidos no cenáculo. 

Os Atos dos Apóstolos (At 23,1-11), a Primeira Carta aos Coríntios (1 Cor 12,3 b-7.12-13) e o Evangelho segundo João (Jo 20, 19-23) nos revelam que a  missão  que o Pai tinha confiado ao Filho, 
agora é confiada à todos nós.  Então Ele derrama com abundância seu Espírito Santo sobre cada um de nós, e nos envia em Missão . 

Estamos vivendo o tempo Pascal - lembrando Jesus Ressuscitado, e esta caminhada segue rumo à Pentecostes, a festa do Espírito Santo.

Quem é o Espírito Santo? 

É o Supremo Dom do Cristo Ressuscitado à sua Igreja - que somos todos nós!

O Papa Francisco em sua Exortação Apostólica "Evangelii Gaudium" , lembrou: "No Pentecostes , o Espírito faz os Apóstolos saírem de sí mesmos e transforma-os em anunciadores das maravilhas de Deus, que cada um começa a entender na própria língua".

Meu caro irmão, minha cara irmã, é o Espírito Santo que infunde a força para anunciar o Evangelho ( parresia) em voz alta e em todo o lugar. Por isto é que a Igreja ensina que vivemos os tempos do Espírito Santo, a Força pela qual somos anunciadores da Boa Nova, não só com a Palavra, mas com nossa própria vida transfigurada pela presença divina.

Assim, queridos paroquianos da Imaculada Conceição, da nossa Comarca, e de toda a Igreja, que possamos  todos, vivendo nestas oito semanas  o Ressuscitado, fazermos novas todas coisas, e iluminados pela luz de Cristo, vivermos em sentimento pascal rumo à Pentecostes. 

Amém!          

sexta-feira, 11 de março de 2016

O TRIPÉ DO CRISTÃO PARA A PÁSCOA


por Diácono Almir Martins

                  

Irmãs e irmãos na Fé! Estamos em  plena Quaresma, este tempo necessário para preparar mais e melhor o nosso coração para vivenciar a Páscoa do Senhor  - que neste ano celebraremos no dia 17 de março próximo.  

Para a Páscoa da Ressurreição precisamos nos esforçar  em colocar em prática , agora, o "Tripé do Cristão" - A oração - o estudo - e a nossa Ação!

Somente rezando, estudando, e agindo com esmola e jejum, saberemos mais do sentido da verdadeira - PÁSCOA!

Saberemos, por exemplo, que na Solenidade de Ramos abrem-se as portas da Semana Santa com a recordação da entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, e o relato da Paixão, segundo Lucas.  

É pelo estudo e a oração que saberemos que o valor da Paixão de Jesus; que iremos compreender melhor  o grande e único motivo que levou o Senhor  a aceitar o caminho da
humilhação e da Paixão - que foi o seu "Amor por nós"!  

Pelo gesto da Ação-Esmola, aprenderemos sobre o tríduo pascal. A Quinta-Feira Santa - A Ceia do Senhor e o gesto do Lava-Pés. 

Saberemos mais e melhor sobre o Sábado Santo, a vigília - a espera do  Grande Dia - A Páscoa da Ressurreição!

Com a prática do "tripé do cristão" - a  oração encarnada, Jejum e esmola - saberemos mais sobre a lição da Cruz - daquela Sexta-Feira Santa. 

Fazendo os gestos quaresmais , saberemos que a nossa salvação passa necessariamente pela lição da Santa Cruz. Saberemos que esta lição é a lição do Amor. Que Cristo ocupou  naquele instrumento de punição, um lugar que deveria ser nosso!

Por isto, também aprendemos que na Sexta-Feira da Paixão , é dia de "Silêncio" - E esse silêncio nos fala alto!  Dobrando nossos joelhos, estudando e amando o irmão, saberemos que ninguém se salva  sem carregar  o seu madeiro salvador do sacrifício. 

Rezando, estudando e fazendo nossa ação caritativa,  enfim, saberemos mais e melhor sobre o Mistério da nossa Salvação! 

Amém!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A CASA COMUM NOSSA RESPONSABILIDADE

Por Diácono Almir Martins



“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).

Irmãos em Cristo, Paz e Bem!

Com este versículo de onde foi inspirado o processo de criação do cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, sendo este também o lema da Campanha, quero propor a  vocês uma breve reflexão sobre este tão vasto e rico tema.

A natureza, as plantas e os animais, o verde, os mananciais cachoeiras e rios, nossas praias limpas - sem lixo e dejetos de cachorros, e outros bichos de “estimação”, - deve ser preocupação e responsabilidade nossa.

Assumir a responsabilidade com a Casa Comum exige uma profunda mudança no estilo de vida e nos valores que orientam nossa ação. Nosso modelo de sociedade está baseado no consumo e na aparência. Para suprir essas necessidades, sacrificamos a Casa Comum, que é a Casa de todos, que é o espaço em que habitamos.

Nem sempre estamos atentos para atitudes simples, por exemplo, o descarte correto do lixo, ligar nossas casas às redes de esgoto, cuidar da água, entre outras. A falta desses cuidados fere a Criação, de forma que, no lugar de flores, jardins e frutos diversos vemos esgoto a céu aberto, rios poluídos e monoculturas.

A CNBB, para esta Campanha neste 2016, entende com preocupação que "a diversidade da criação de Deus desaparece. A terra alegre fica triste. No entanto, a fé em Jesus Cristo nos anima a assumirmos o cuidado com a Casa Comum como resposta ao amor incondicional que Deus oferece a cada um e cada uma de nós. Assumir esse compromisso reacende a esperança de um novo céu e uma nova terra onde habitam a justiça e o direito”.

O rosto da mulher em destaque no cartaz da Campanha denota esta preocupação. Queremos que as mudanças dos paradigmas e valores que nos orientam nessa sociedade de consumo transformem o rio poluído em água cristalina e habitado por muitos peixes, a terra seca em uma terra renovada e
abundante. Com essa transformação, poderemos dançar e celebrar a esperança de que o projeto da Casa Comum não terá fim, mas continuará por gerações e gerações.

Irmãos e irmãs ! Que a Campanha da Fraternidade que nasceu há décadas por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, em Nísia Floresta, Arquidiocese de Natal, RN, como expressão da caridade e da solidariedade em favor da dignidade da pessoa humana, dos filhos e filhas de Deus, continue a ressoar em nossos corações.

A Campanha da Fraternidade tem hoje os seguintes objetivos permanentes: 

  1. Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; 
  2. Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; 
  3. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja)”.

Ao percorrermos o itinerário da Campanha que nossos irmãos nos prepararam, possamos continuar seguindo Cristo, caminho, verdade e vida (Cf. Jo 14,6).

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24). É o que deseja a Paróquia Imaculada Conceição:

Que assumamos a responsabilidade com a Casa Comum, que exige de cada um dos paroquianos uma profunda mudança no estilo de vida e nos valores que orientam nossa ação. Como já mencionei, nosso modelo de sociedade está baseado no consumo e na aparência. Para suprir essas necessidades, sacrificamos a Casa Comum, que é o espaço em que habitamos. Assim, cuidando da Casa Comum, caminhemos rumo à Páscoa de Jesus! Amém!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

QUANDO É NATAL 

por Diácono Almir Martins 


O Verbo Divino que não é carne, " se fez carne" e habitou entre nós! 

É chegado o Natal! 

Caros irmãos e irmãs na Fé! É tempo do ADVENTO. 

Quatro semanas em que preparamos mais intensamente o nosso coração para a festa natalina. Está chegando esta grande festa da cristandade - O Natal de Jesus! 

Sob o signo de uma Estrela Guia, que guiou os Santos Reis Magos do Oriente, num estábulo nasceu o Salvador, pobre e inclinado numa manjedoura. 

Nasceu o Menino pobre! 

É obra Divina e humana. Nasceu de Maria - a humilde Serva do Senhor, a "Amada de Deus e Senhora nossa. Quantas lições aprendemos neste Tempo do Advento, nestas quatro semanas que antecedem o Natal! 

Aprendemos que é um tempo onde "todo mundo ama todo mundo" , ou finge amar, pois vemos até mesmo pessoas que não se aturam, não se suportam, que neste tempo, se cumprimentam pela ruas. Há um "oba,oba" . 

As pessoas andam mais depressa. O comércio é ativado. O dinheiro gira rápido. 

Aprendemos também lições de humanidade e fraternidade. Os corações amolecem. As campanhas de ajuda aos mais necessitados se intensificam. Os carteiros trabalham horas extras. Há uma chuva de envelopes padronizados com felicitações de "boas festas" - "Um feliz Natal e um próspero Ano Novo". 

No Natal aprendemos na Igreja de Cristo e recapitulamos o terceiro mistério gozoso - "o desapego aos bens materiais e o nosso apego aos bens espirituais", pois lembramos que o Menino nasceu pobre numa gruta de Belém. 

Aprendemos, finalmente, com o Natal, ou pelo menos deveríamos guardar uma verdade e nos converter para ela. A verdade de que, um só dia não é o Natal, mas o renascer de cada aurora. Que sendo criado á imagem e semelhança de Deus, nasce a vida todo dia - e isto é Natal ! 
Nasce a vida nas peripécias das crianças, no pião lançado no círculo em fieira desprevenida, na bola que a criança chutou na vidraça alheia, nos joelhos esfolados da esperança. E isto aprendemos QUANDO É NATAL!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

MISERICORDIAE VULTUS


por Almir Martins 


Irmãos em Cristo, Salve Maria! 

Com as bênçãos da Imaculada Conceição, a padroeira de Imbituba, estamos sendo convidados pela Igreja Católica a vivenciarmos O ANO DA MISERICÓRDIA, que começa no dia 08 de dezembro e terminará no ano que vem, em novembro com a Festa de Cristo Rei. 

Está registrado na Bula Papal (documento 200) intitulada pelo Papa Francisco de “O Rosto da Misericórdia” ou “ Misericordiae Vultus”. A Bula de proclamação do Jubileu extraordinário da misericórdia, indica os tempos, as datas de abertura e encerramento do Jubileu e as modalidades principais do seu desenvolvimento. Francisco apresenta uma reflexão teológica e bíblica sobre o tema da misericórdia, fazendo referência aos dois Testamentos e à misericórdia como missão da Igreja. O dia 8 de dezembro de 2015 também marca os 50 anos de encerramento do Concílio Vaticano II. O Papa Francisco assinalou este evento como "uma nova etapa na evangelização de sempre" e, citando São João XXIII e o Beato Paulo VI, ressaltou o primado da misericórdia na vida da Igreja.
Somos convidados a “atravessar a PORTA DA MISERICÓRDIA“. Somos convidados a receber, passando por uma “conversão” e gestos de misericórdia, INDULGÊNCIAS! O Santo Padre estabeleceu como lema do Ano Santo a exortação de Jesus: "Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso" (Lc 6, 36), assinalando a virtude da misericórdia como um "critério para individuar quem são os seus verdadeiros filhos". "Somos chamados a viver de misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para conosco", ensinou. Ao indicar o caminho para praticar essa virtude, o Papa pediu aos fiéis que ficassem atentos à voz de Deus. "O imperativo de Jesus é dirigido a quantos ouvem a sua voz. Portanto, para ser capazes de misericórdia, devemos primeiro pôr-nos à escuta da Palavra de Deus. Isso significa recuperar o valor do silêncio, para meditar a Palavra que nos é dirigida".
Sua Santidade também pediu que se redescubram as obras de misericórdia. "É meu vivo desejo que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual". Comuns na catequese tradicional da Igreja, as obras de misericórdia corporal são: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos e enterrar os mortos. As de misericórdia espiritual, por sua vez, são: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas e rezar a Deus pelos vivos e defuntos. Vivamos, pois, à partir do dia 08 de dezembro o Ano da Misericórdia! 
Amém!

sexta-feira, 2 de outubro de 2015




"A missão é servir”: 

por Almir Martins


Irmãos e irmãs em Cristo!

Neste mês de outubro em que rendemos homenagem a Nossa Senhora Conceição, modelo de "Serva do Senhor", na dimensão de "Senhora Aparecida", ela que foi Servidora modelo dos cristãos, somos convidados a estarmos em missão servindo os irmãos mais necessitados. 

“A missão é servir” é o tema escolhido pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) do Brasil para a Campanha Missionária 2015 que se realizará em todas as dioceses do país, como também aqui na Diocese de Tubarão. A reflexão para o mês missionário, celebrado em toda a Igreja, segue a proposta da Campanha da Fraternidade, deste ano, que tem como tema “Fraternidade: Igreja e sociedade. Eu vim para servir”.

O lema slogan da Campanha Missionária 2015: “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” é baseado no Evangelho de Marcos (Mc 10, 44) e quer nos ensinar neste mês outubro que "em que Cristo concentra no serviço, o perfil de seus discípulos missionários".

“Servir é uma das palavras que usamos na missão. Não existe missão, se não tiver serviço, porque o serviço dá sentido à missão”, disse à Agência Fides o Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) do Brasil, Pe. Camilo Pauletti, ao explicar a escolha do tema. 

Normalmente o tema da Campanha Missionária acompanha o da Campanha da Fraternidade, com exceção nos anos em que se realiza um congresso missionário específico, com sua própria temática.

“As Pontifícias Obras Missionárias, tem o carisma de olhar para a dimensão missionária como um todo. 
Assim, a Igreja e as Obras Missionárias esperam que o espírito e a solidariedade missionária incentivem os cristãos, todos os batizados e as Igrejas particulares a pensarem na obra missionária em todas as partes. “Assim é uma Igreja em saída, como diz o Papa Francisco, que olha não só para si, mas vai além de si mesma”.

Que nós da Paróquia Imaculada Conceição de Imbituba, possamos neste outubro a encarnar e por em prática o espírito missionário na certeza de que " A MISSÃO É SERVIR"

quarta-feira, 22 de julho de 2015


MARIA - A SENHORA DA PIEDADE

por Almir Martins 


Nesta semana recebemos a visita da bela imagem de Nossa Senhora da Piedade, que peregrinou pelas nossas comunidades de Imbituba.

A peregrinação faz parte da comemoração dos 60 anos da Diocese de Tubarão.Nossa Senhora da Piedade é a padroeira da Diocese, razão de sua peregrinação pelas Paróquias Imaculada Conceição e Santa Teresinha do Menino Jesus, e pelas demais paróquias do Sul. 

A Palavra "Piedade" quer dizer "compaixão", "sofrer a dor do outro" , "chorar com o outro", " sentir a dor do próximo". É o amor maternal de Maria pelo seu filho Jesus, por cada um de nós. O semblante triste de Maria que acolhe nos braços o Filho morto, deve nos inspirar à virtude de Jesus e de Maria - a compaixão.

Quando lemos o evangelho de Marcos 6,30-34, aprendemos com Cristo claramente essa virtude que Maria e seu filho Jesus tinham de "sentir a dor da multidão" . A compaixão e a ternura de Jesus, como aprendemos em Marcos, era a de um pastor messiânico diferente de muitos pastores que faziam gestos de caridade por vaidade e não por compaixão.Jesus era compassivo e terno.

Com Maria, Nossa Senhora da Piedade, cheia de compaixão por seu Filho morto, nos inspire neste mês de julho, 60 anos do aniversário da nossa Diocese, a termos qual Maria compaixão e ternura pelos que sofrem, colocando as necessidades e os sofrimentos alheios antes dos nossos.Imitemos Maria!

DEUS PERDOA SEMPRE - A NATUREZA NUNCA

por Almir Martins


Deus na sua infinita misericórdia nos perdoa sempre; O homem dentro de suas limitações, egoísmos, interesses e desencontros e ofensas recebidas perdoa às vezes; mas a natureza diante das agressões recebidas , causadas por nós, não nos perdoa nunca!
Em um dos meus achados poéticos que chamo de filosofemas e o crítico literário e professor de Literatura Sachet chamou de Hai Kai, apreciando e dizendo que introduzimos este estilo literário na Literatura de Santa Catarina, quando leu o que escrevi em um jornal :
A Natureza me intriga

Quando assim se pronuncia
O vento que me castiga
É o mesmo que acaricia.

Com estes pensamentos, trazemos à reflexão a importância da Encíclica Social do Papa Francisco que trata do tema ECOLOGIA. "Quem planta vento contra a natureza, sempre colhe tempestade". Por isso, precisamos preservar os mananciais, as plantas e lutar contra o desmatamento. Precisamos proteger as plantas e os animais silvestres. Vivamos o verde da natureza. O futuro do mundo está na preservação da natureza e, viva o Papa, e tudo o que ele disse em sua Encíclica Social.

quarta-feira, 8 de abril de 2015


PÁSCOA É ESTAR À SERVIÇO


por Almir Martins

Páscoa não é só uma Festa para lembrarmos que a morte não é o fim, mas uma "vida nova em Cristo Jesus". Não é um tempo de feriado sem compromisso e tempo de festanças. Páscoa "passagem" é sobretudo um tempo para nos tornar "homens novos" e assumirmos com compromissos pelo Reino de Deus.


Estar à serviço neste "Ano pela Paz", deve ser nosso compromisso pascal, senão a Páscoa perde seu sentido. A Campanha da Fraternidade que recém começamos, é "EU VIM PARA SERVIR", conforme aprendemos em Marcos 10,45. "Quem quiser ser o maior entre vós, seja aquele que serve". Jesus nos convida para que na sua Igreja não sejamos o último, mas o primeiro , aquele que primeiro se coloca a serviço de todos.

Dizer e fazer, eis o sentido da Páscoa. Fazer alguma coisa, ainda que pequeninha, dará sentido à nossa razão de viver a nossa verdadeira Páscoa. É tempo de participarmos de uma "Igreja em Saída". Precisamos sair do nosso comodismo, da nossa zona de conforto, muitas vezes até na Igreja, para sairmos à luta. Temos dito muito mas realizado pouco.

O Para Francisco nos convoca, e nós também, para nosso - dizer e fazer! O que adianta dizermos direitinho a Mensagem de Jesus e não fazer o que ensinamos? Poderão só as palavras fazerem efeito diante de alguém que precisa de uma ajuda maior?

Irmãos, neste Tempo Pascal, pensemos que existem em Imbituba várias pastorais das quais poderemos participar como Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Pastoral Familiar, Pastoral Carcerária, Pastoral da Comunicação, apenas para citar alguns serviços.

Para você já participa dos Movimentos de Irmãos , de Cursilhos, Terço dos Homens, Apostolados, Associações etc, procure participar dessas pastorais, assuma um compromisso, coloque o seu DIZER-FAZER em prática e VIVA A PÁSCOA!

sábado, 28 de fevereiro de 2015



A SERVIDORA MARIA

por Almir Martins
" Eis aqui a Serva do Senhor! ..." ( Lucas 1,38 )

Irmãos em Cristo Jesus, 
estamos em pleno tempo de Campanha da Fraternidade, cujo lema é "Eu vim para Servir" (Mc 10,45).
Neste tempo em que o Papa Francisco tem falado e praticado uma "Igreja de Saída", da porta do templo para fora, queremos refletir neste mês de março sobre Maria na dimensão da "MÃE PEREGRINA"! 
Maria Servidora, foi Mãe Peregrina, saindo de sua casa para ir servir, em nome de Jesus e por Ele. Maria vivia já no seu tempo a "Igreja de Saída" . Enquanto nós mortais comuns nem sabemos mais os nomes de nossas primas e primos, quebrando esquinas e nos desviando, evitando falar com nossos familiares, Maria anunciada pelo Anjo Gabriel, foi visitar Isabel, sua prima que estava grávida de João Batista. Ficou com Isabel por três meses servindo.
Nestes tempos de oração, jejum e caridade (esmola), Maria Servidora nos inspira a sermos peregrinos, a sairmos da nossa zona de conforto para servir.
Ninguém mais e melhor SERVIU à obra Salvadora do Reino de Deus, que Maria! "Eis aqui a Serva do Senhor...", foi a frase mais humilde da História da Salvação, temos pregado quando falamos de Maria Servidora, a Mãe da Salvação.
Portanto, somos convidados nesta Quaresma, tempo necessário para nos preparar para a Páscoa do Senhor, a peregrinar ao encontro do Pai, com seu filho Jesus Cristo, sob as luzes do Espírito Santo e em favor dos irmãos!.
Que a Servidora Maria, interceda junto à Jesus por nós, e nos inspire à FRATERNIDADE - SERVIR NA IGREJA E NA SOCIEDADE. Amém!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015


MARIA - A SERVIDORA DO PAI

Por Almir Martins

"Eis aqui a Serva do Senhor,faça-se em mim segundo a Tua Palavra" .
Irmãs e irmãos na Fé. Neste ano de 2015, estaremos vivenciando o terma da Campanha da Fraternidade - "Fraternidade: Igreja e Sociedade", e o lema: "Eu vim para Servir" , conforme aprendemos em (Marcos 10,45). O versículo destacado acima, é a frase mais humilde da mais humilde cristã: Maria!
Ninguém entre os humanos mais e melhor serviu ao Reino que Maria - A Serva do Senhor! 
Por isto, neste ano de 2015, e nesta Quaresma, tempo em que o Papa Francisco está a nos convidar em suas reiteradas homilias a contemplar a Igreja em conjunto com a sociedade, a lembrar Maria , e praticar a sua verdadeira devoção - Venerar, Amar, Invocar e Imitá-la. 
Lembrando que o lema da Campanha da Fraternidade deste ano é "Eu vim para Servir", voltemos nosso coração à Maria, que foi predestinada por Deus à SERVIR. 
Somos convidados , então, a ser o maior para Deus, e o maior para Ele é aquele que SERVE. Deixemos ser conduzidos pelas luzes do Espírito Santo de Deus que em Maria tem morada especial por ser a Mãe de Deus (Teotókos). 
Nesta Quaresma "Deixai-vos reconciliar com Deus" ( 2, Cor 5,20) e peçamos à Maria nossa Mãe querida, que nos inspire ao tripé da oração, jejum e esmola, pois ninguém mais que ela viveu estes gestos de amor à Deus e aos irmãos! Amém! 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015


DIACONANDO COM MARIA

Por Almir Martins

MIRIAN

"Amada de Deus" e "Senhora" é o significado de MIRIAN 
Nome comum entre os hebreus.
À sua verdadeira Devoção quatro gestos ou atitudes
São necessárias :
VENERAR que quer dizer conhecer , estudar e admirar;
AMAR que significa confiar no seu amor maternal para conosco
INVOCAR que significa ORAR à Maria e pedir sua intercessão e
IMITAR que significa fazer gestos de caridade qual Maria pela vida.

Em nossa vida, 
Veneremos Maria procurando conhece-la, pois só se ama o que se conhece e ninguém esquece daquilo ou de quem se ama;
Amemos os irmãos qual Maria amou os seus e os guarda no coração
Rezemos à Maria "ponte" entre nós e seu Filho Jesus;
E, o mais difícil , procuremos imita-la nos gestos de sua maior virtude a HUMILDADE, na sua misericórdia, no seu silêncio, na sua vida.
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