quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Itinerário Formativo de Iniciação á Vida Cristã Com Catequistas

por Maristela Querino


A Palavra do Senhor é Viva e Eficaz” (Hb 4,12)


O Concilio Vaticano II mudou profundamente a Igreja. Porém passados já cinqüenta anos, as mudanças estão ainda mais nos documentos do que nas verdadeiras práticas.

“Medellín (1968) já chamava a atenção para a necessidade de uma “Nova Evangelização”.

“Evangelli Nuntiandi”, afirma que antes de “sacramentalizar” é preciso “EVANGELIZAR”. Levar os interlocutores se conectarem com Jesus de Nazaré e compartilharem a Boa Nova do reino de Deus , inaugurado por Ele.

Neste sentido a Catequese está desafiada a viver um novo momento. Daí a importância da Animação Bíblica da Pastoral como um todo, a começar por um processo de Iniciação á Vida Cristã, centrada na Palavra.

Num mundo cada vez mais descristianizado e onde os valores evangélicos estão cada vez mais ausentes, a Iniciação Cristã se torna cada vez mais urgente.

Neste contexto, nossos catequistas precisam de melhor formação. Em alguns casos, precisam até mesmo serem catequisados.

Nossa paróquia em comunhão com nossa Diocese iniciou em 2015 a Formação para Catequista pelo Método das Cartas. Tivemos a oportunidade de experimentar dois dos seis eixos que a formação nos oferece: o Existencial e o Eixo Bíblico-Catequético, onde podemos conhecer este Jesus Formando e Formador. Vivemos a experiência das primeiras comunidades, vimos a “Igreja como povo de Deus” e Maria no Plano da Salvação.

Com este estudo iniciamos um novo ano, nossas expectativas e propósitos abraçam a esperança de que é possível tornar nosso sonho realidade, porque temos a alegria de transmitir o tesouro maior que é Jesus Cristo.

Queridos catequistas, neste ano da Misericórdia, o Ano da Graça que Deus nos oferece, convidamos você a se enriquecer ainda mais com o terceiro Eixo: o Teológico-Catéquetico, onde mergulharemos nas verdades de nossa fé: 
O CREIO – Fé e Vida testemunhada. 
Os MANDAMENTOS – A lei do Amor. 
O Pai-Nosso – A oração que Jesus nos ensina a perseverar no amor.

Esperamos caminhar juntos na alegria de evangelizar e sermos evangelizados.

Forte Abraço e bons encontros.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A CASA COMUM NOSSA RESPONSABILIDADE

Por Diácono Almir Martins



“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).

Irmãos em Cristo, Paz e Bem!

Com este versículo de onde foi inspirado o processo de criação do cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, sendo este também o lema da Campanha, quero propor a  vocês uma breve reflexão sobre este tão vasto e rico tema.

A natureza, as plantas e os animais, o verde, os mananciais cachoeiras e rios, nossas praias limpas - sem lixo e dejetos de cachorros, e outros bichos de “estimação”, - deve ser preocupação e responsabilidade nossa.

Assumir a responsabilidade com a Casa Comum exige uma profunda mudança no estilo de vida e nos valores que orientam nossa ação. Nosso modelo de sociedade está baseado no consumo e na aparência. Para suprir essas necessidades, sacrificamos a Casa Comum, que é a Casa de todos, que é o espaço em que habitamos.

Nem sempre estamos atentos para atitudes simples, por exemplo, o descarte correto do lixo, ligar nossas casas às redes de esgoto, cuidar da água, entre outras. A falta desses cuidados fere a Criação, de forma que, no lugar de flores, jardins e frutos diversos vemos esgoto a céu aberto, rios poluídos e monoculturas.

A CNBB, para esta Campanha neste 2016, entende com preocupação que "a diversidade da criação de Deus desaparece. A terra alegre fica triste. No entanto, a fé em Jesus Cristo nos anima a assumirmos o cuidado com a Casa Comum como resposta ao amor incondicional que Deus oferece a cada um e cada uma de nós. Assumir esse compromisso reacende a esperança de um novo céu e uma nova terra onde habitam a justiça e o direito”.

O rosto da mulher em destaque no cartaz da Campanha denota esta preocupação. Queremos que as mudanças dos paradigmas e valores que nos orientam nessa sociedade de consumo transformem o rio poluído em água cristalina e habitado por muitos peixes, a terra seca em uma terra renovada e
abundante. Com essa transformação, poderemos dançar e celebrar a esperança de que o projeto da Casa Comum não terá fim, mas continuará por gerações e gerações.

Irmãos e irmãs ! Que a Campanha da Fraternidade que nasceu há décadas por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, em Nísia Floresta, Arquidiocese de Natal, RN, como expressão da caridade e da solidariedade em favor da dignidade da pessoa humana, dos filhos e filhas de Deus, continue a ressoar em nossos corações.

A Campanha da Fraternidade tem hoje os seguintes objetivos permanentes: 

  1. Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; 
  2. Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; 
  3. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja)”.

Ao percorrermos o itinerário da Campanha que nossos irmãos nos prepararam, possamos continuar seguindo Cristo, caminho, verdade e vida (Cf. Jo 14,6).

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24). É o que deseja a Paróquia Imaculada Conceição:

Que assumamos a responsabilidade com a Casa Comum, que exige de cada um dos paroquianos uma profunda mudança no estilo de vida e nos valores que orientam nossa ação. Como já mencionei, nosso modelo de sociedade está baseado no consumo e na aparência. Para suprir essas necessidades, sacrificamos a Casa Comum, que é o espaço em que habitamos. Assim, cuidando da Casa Comum, caminhemos rumo à Páscoa de Jesus! Amém!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

QUANDO É NATAL 

por Diácono Almir Martins 


O Verbo Divino que não é carne, " se fez carne" e habitou entre nós! 

É chegado o Natal! 

Caros irmãos e irmãs na Fé! É tempo do ADVENTO. 

Quatro semanas em que preparamos mais intensamente o nosso coração para a festa natalina. Está chegando esta grande festa da cristandade - O Natal de Jesus! 

Sob o signo de uma Estrela Guia, que guiou os Santos Reis Magos do Oriente, num estábulo nasceu o Salvador, pobre e inclinado numa manjedoura. 

Nasceu o Menino pobre! 

É obra Divina e humana. Nasceu de Maria - a humilde Serva do Senhor, a "Amada de Deus e Senhora nossa. Quantas lições aprendemos neste Tempo do Advento, nestas quatro semanas que antecedem o Natal! 

Aprendemos que é um tempo onde "todo mundo ama todo mundo" , ou finge amar, pois vemos até mesmo pessoas que não se aturam, não se suportam, que neste tempo, se cumprimentam pela ruas. Há um "oba,oba" . 

As pessoas andam mais depressa. O comércio é ativado. O dinheiro gira rápido. 

Aprendemos também lições de humanidade e fraternidade. Os corações amolecem. As campanhas de ajuda aos mais necessitados se intensificam. Os carteiros trabalham horas extras. Há uma chuva de envelopes padronizados com felicitações de "boas festas" - "Um feliz Natal e um próspero Ano Novo". 

No Natal aprendemos na Igreja de Cristo e recapitulamos o terceiro mistério gozoso - "o desapego aos bens materiais e o nosso apego aos bens espirituais", pois lembramos que o Menino nasceu pobre numa gruta de Belém. 

Aprendemos, finalmente, com o Natal, ou pelo menos deveríamos guardar uma verdade e nos converter para ela. A verdade de que, um só dia não é o Natal, mas o renascer de cada aurora. Que sendo criado á imagem e semelhança de Deus, nasce a vida todo dia - e isto é Natal ! 
Nasce a vida nas peripécias das crianças, no pião lançado no círculo em fieira desprevenida, na bola que a criança chutou na vidraça alheia, nos joelhos esfolados da esperança. E isto aprendemos QUANDO É NATAL!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

MISERICORDIAE VULTUS


por Almir Martins 


Irmãos em Cristo, Salve Maria! 

Com as bênçãos da Imaculada Conceição, a padroeira de Imbituba, estamos sendo convidados pela Igreja Católica a vivenciarmos O ANO DA MISERICÓRDIA, que começa no dia 08 de dezembro e terminará no ano que vem, em novembro com a Festa de Cristo Rei. 

Está registrado na Bula Papal (documento 200) intitulada pelo Papa Francisco de “O Rosto da Misericórdia” ou “ Misericordiae Vultus”. A Bula de proclamação do Jubileu extraordinário da misericórdia, indica os tempos, as datas de abertura e encerramento do Jubileu e as modalidades principais do seu desenvolvimento. Francisco apresenta uma reflexão teológica e bíblica sobre o tema da misericórdia, fazendo referência aos dois Testamentos e à misericórdia como missão da Igreja. O dia 8 de dezembro de 2015 também marca os 50 anos de encerramento do Concílio Vaticano II. O Papa Francisco assinalou este evento como "uma nova etapa na evangelização de sempre" e, citando São João XXIII e o Beato Paulo VI, ressaltou o primado da misericórdia na vida da Igreja.
Somos convidados a “atravessar a PORTA DA MISERICÓRDIA“. Somos convidados a receber, passando por uma “conversão” e gestos de misericórdia, INDULGÊNCIAS! O Santo Padre estabeleceu como lema do Ano Santo a exortação de Jesus: "Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso" (Lc 6, 36), assinalando a virtude da misericórdia como um "critério para individuar quem são os seus verdadeiros filhos". "Somos chamados a viver de misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para conosco", ensinou. Ao indicar o caminho para praticar essa virtude, o Papa pediu aos fiéis que ficassem atentos à voz de Deus. "O imperativo de Jesus é dirigido a quantos ouvem a sua voz. Portanto, para ser capazes de misericórdia, devemos primeiro pôr-nos à escuta da Palavra de Deus. Isso significa recuperar o valor do silêncio, para meditar a Palavra que nos é dirigida".
Sua Santidade também pediu que se redescubram as obras de misericórdia. "É meu vivo desejo que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual". Comuns na catequese tradicional da Igreja, as obras de misericórdia corporal são: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos e enterrar os mortos. As de misericórdia espiritual, por sua vez, são: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas e rezar a Deus pelos vivos e defuntos. Vivamos, pois, à partir do dia 08 de dezembro o Ano da Misericórdia! 
Amém!

sábado, 31 de outubro de 2015

MÊS DE NOVEMBRO NA IGREJA 

por Anselmo Ramos


O mês de novembro na igreja é marcado por importantes momentos de reflexão e celebração. 

Logo no primeiro dia do mês a igreja celebra a "Festa de Todos os Santos". A liturgia desta solenidade traz na primeira leitura um trecho do livro do apocalipse, onde São João tem uma linda visão do céu, com Jesus sentado no trono tendo diante de si uma multidão incontável, trajando vestes brancas. "Estes são os que vieram da grande tribulação; lavaram e alvejaram suas vestes no sangue do cordeiro". 

É com essas palavras que o ancião informa a João quem são aquelas pessoas que estão diante do trono. A festa de todos os santos é então a celebração da vida eterna junto de Deus, e nos traz a certeza de que seguindo Seu caminho nesta terra, chegaremos um dia a ser contados entre essa multidão que hoje já faz parte da igreja triunfante. 

No dia seguinte a todos os santos celebramos o Dia de Finados, ou o Dia dos Fiéis Defuntos, que é quando rezamos por todos os que já foram tirados do nosso convívio. 



Existe uma diferença entre as palavras finados e defuntos. A primeira significa "aquilo que findou", aquilo que acabou"; a segunda vem do latim e significa "aquele que cumpriu a missão", "aquele que desempenhou completamente". Conforme o ensinamento da igreja, aqueles que partem não se extinguem, apenas concluem sua passagem por esta vida. 
O Dia dos Fiéis Defuntos, portanto, é o dia em que a igreja celebra o cumprimento da missão das pessoas queridas que já faleceram, através de preces a Deus por seu descanso junto a Ele. É o dia do amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca, mesmo que esteja distante; amar é saber que o outro necessita de nossos cuidados e de nossas preces mesmo quando já não o podemos ver. Pois a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus e com os irmãos, agora e para sempre. Nisso consiste a comunhão dos santos. 

Outra festa importante no calendário litúrgico católico é a Festa de Cristo Rei, que é celebrada no último domingo do ano litúrgico. No domingo seguinte já entramos no advento e, portanto, num novo ano litúrgico. Começamos o ano nos preparando para o nascimento de Cristo e terminamos celebrando-o como Rei do Universo. Ele é o alfa e o ômega, o princípio e o fim de todas as coisas. A festa de Cristo Rei foi criada pelo papa Pio XI em 1925. Instituiu que fosse celebrada no último domingo de outubro. Agora, na reforma litúrgica passou ao último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015


MÊS DE OUTUBRO – MÊS MISSIONÁRIO

por Manoel Bertoncini


                Não é sem razão que o mês de outubro foi escolhido como mês missionário. Ele não somente inicia com aquela que foi eleita padroeira das missões - Santa Terezinha do Menino Jesus – como lembra a chegada dos primeiros missionários à América, bem como a festa de outros santos que tiveram atuação missionária, e, sobretudo, as aparições de Maria, no Brasil e em Portugal.
Meu objetivo aqui é ajudá-lo a lembrar, brevemente, sobre cada um deles, deixando a você a oportunidade de se aprofundar em cada uma das referências.
Neste sentido, temos, no dia primeiro, Santa Terezinha do Menino Jesus, ou Santa Terezinha de Lisieux, pois foi no Carmelo ou clausura desta cidade que ela entrou aos 15 anos, por autorização especial do Papa, e só saiu para o encontro com Deus, e de onde, através de sua intensa vida espiritual, da oferta das pequenas ações cotidianas e profunda união com Jesus, que acabou recebendo o título de protetora de todos os missionários.

                Dia 04 festejamos São Francisco de Assis que, embora não seja lembrado tipicamente como missionário, não temos dúvida de que o seu exemplo de vida, de entrega total a Deus, de pobreza e humildade, falam mais que mil homilias. Ele seguiu ao pé da letra a resposta de Jesus à indagação do jovem rico: ”se queres ser perfeito, vá, vende tudo que tens, dá aos pobres, vem e segue-me”.

Dia 08 celebramos a festa de São Luiz Beltran, padroeiro da Colômbia, que deixou a Espanha para levar a mensagem evangélica ao povo colombiano, em especial aos índios achacados de suas terras, e aos negros trazidos como escravos da África, por quem lutou e tentou proteger em seus direitos básicos. Por isso sofreu vários atentados contra sua vida por parte de fazendeiros e traficantes humanos, superando a todos sem se abater.

Fazendo um parêntesis, no dia 12 de outubro de 1492 a América é descoberta por Cristóvão Colombo, que chega a San Salvador com as caravelas Santa Maria, Pinta e Nina, financiadas pelos reis católicos de Aragão e Castela, trazendo consigo os primeiros missionários, ainda que se destinasse às Índias.

Dia 12 tem lugar a padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que, exercendo seu papel de mãe, aparece em 1717 no país verde, azul e amarelo na pele preta daqueles filhos que estavam sendo ultrajados, tratados como animais, na tentativa de nos lembrar que somos todos irmãos em Cristo, e que por isso Ele deu a vida para todos, indistintamente. Daqui a dois anos vamos completar três séculos desse feito. E devemos fazê-lo com muita alegria, mas também com muita preocupação, principalmente pelos rumos que nosso país está tomando, com uma profunda crise moral e de desrespeito ao próximo, que se abateu nesses últimos anos, onde a vida humana parece ter perdido o seu valor.

No dia 13, ainda acalentados pela festa da Mãe Aparecida, somos guindados a lembrar de sua última aparição em Fátima, Portugal, em 1917, quando a humanidade se destruía com a Primeira Guerra Mundial. Diante de aproximadamente 100.000 pessoas, ela dá o testemunho de seu poder como mãe de Deus, fazendo o sol se precipitar e girar por cima daquela gente apinhada, muitos dos quais apenas curiosos e descrentes, como, aliás, muitos que fazem questão de negar tal acontecimento, ocorrido diante de tantos. Mas o que não podemos esquecer é da insistência de Maria à reza do Terço diariamente. Fazemos isso?

Diante de tantas evidências por parte de Deus e de sua Mãe em relação ao mês de outubro, a Igreja Católica sempre definiu este mês como mês missionário, e, neste ano, o terceiro final de semana como dia MUNDIAL DAS MISSÕES (17/18).

                Cabe, no entanto, a nós, cristãos católicos, não ficarmos somente com as datas e as referências históricas, nem com a descrição dos feitos de cada personagem, como meros acréscimos em nosso cabedal de conhecimento, mas o de respondermos, com gestos e ações, ao convite do Mestre, de SERVIRMOS ao próximo, onde quer que estejamos: na nossa casa, no nosso trabalho, na nossa comunidade, no nosso país.


                Cristo faz seu convite a todos, sem qualquer distinção de nenhuma espécie. Mas nosso coração deve estar totalmente aberto para receber tudo que ele nos quer falar. E isso só conseguiremos com muita oração, meditação e disponibilidade à sua Mensagem.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015




"A missão é servir”: 

por Almir Martins


Irmãos e irmãs em Cristo!

Neste mês de outubro em que rendemos homenagem a Nossa Senhora Conceição, modelo de "Serva do Senhor", na dimensão de "Senhora Aparecida", ela que foi Servidora modelo dos cristãos, somos convidados a estarmos em missão servindo os irmãos mais necessitados. 

“A missão é servir” é o tema escolhido pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) do Brasil para a Campanha Missionária 2015 que se realizará em todas as dioceses do país, como também aqui na Diocese de Tubarão. A reflexão para o mês missionário, celebrado em toda a Igreja, segue a proposta da Campanha da Fraternidade, deste ano, que tem como tema “Fraternidade: Igreja e sociedade. Eu vim para servir”.

O lema slogan da Campanha Missionária 2015: “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” é baseado no Evangelho de Marcos (Mc 10, 44) e quer nos ensinar neste mês outubro que "em que Cristo concentra no serviço, o perfil de seus discípulos missionários".

“Servir é uma das palavras que usamos na missão. Não existe missão, se não tiver serviço, porque o serviço dá sentido à missão”, disse à Agência Fides o Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) do Brasil, Pe. Camilo Pauletti, ao explicar a escolha do tema. 

Normalmente o tema da Campanha Missionária acompanha o da Campanha da Fraternidade, com exceção nos anos em que se realiza um congresso missionário específico, com sua própria temática.

“As Pontifícias Obras Missionárias, tem o carisma de olhar para a dimensão missionária como um todo. 
Assim, a Igreja e as Obras Missionárias esperam que o espírito e a solidariedade missionária incentivem os cristãos, todos os batizados e as Igrejas particulares a pensarem na obra missionária em todas as partes. “Assim é uma Igreja em saída, como diz o Papa Francisco, que olha não só para si, mas vai além de si mesma”.

Que nós da Paróquia Imaculada Conceição de Imbituba, possamos neste outubro a encarnar e por em prática o espírito missionário na certeza de que " A MISSÃO É SERVIR"