segunda-feira, 9 de maio de 2016

A MÃE DA SANTA EUCARISTIA  


por Diácono Almir Martins

Minha irmã, meu irmão, com alegria podemos dizer que Maria é 
A MÃE DA SANTA EUCARISTIA!



Para poder fazer essa afirmação, fomos buscar ensinamentos deixados pelo Santo Papa João Paulo II, estudando  com interesse a encíclica "Ecclesia de Eucharistia", vamos aprender que nela a Igreja propôs refletir sobre a ligação ou vínculo  que  existe entre Maria e a Eucaristia. Efetivamente, no capítulo VI da mencionada encíclica, intitulado "Na escola de Maria, Mulher “eucarística”, diz-nos que Ela «pode guiar-nos para o Santíssimo Sacramento porque tem uma profunda ligação com Ele». 
Que relação tem Maria com a Sagrada Eucaristia? 
A Mãe participou da Última Ceia, quando Jesus instituiu este sacramento ou, em todo caso, das celebrações eucarísticas da primeira comunidade cristã? 
A Mãe está presente em todas as cerimônias eucarísticas da Igreja? 
O que pode nos ensinar Maria respeito a nosso amor ao Senhor Jesus sacramentado? 
Segundo o Papa João Paulo II,  a primeira coisa que devemos dizer é que em toda a Sagrada Escritura não se menciona explicitamente a relação entre a Maria e a Eucaristia. « À primeira vista, o Evangelho nada diz a tal respeito. A narração da instituição, na noite de Quinta-feira Santa, não fala de Maria» Entretanto sabemos, seguindo o relato dos Atos dos Apóstolos, que Maria perseverava na oração com a primeira comunidade esperando o Espírito Santo. Assim, a Mãe «não podia certamente deixar de estar presente, nas celebrações eucarísticas, no meio dos fiéis da primeira geração cristã, que eram assíduos à «fração do pão». Estamos no mês de maio, mês mariano, no dia 13 lembramos Fátima, a Festa da Ascensão do Senhor no dia 08, e Pentecostes no dia 15 de maio, e dia 22 a Santíssima Trindade, culminando no dia 26 com a Festa de Corpus Christi.  
Por tudo isto, além da participação de Maria nas primeiras missas, «pode-se delinear a relação de Maria com a Eucaristia indiretamente a partir da sua atitude interior. Maria é mulher «eucarística» na totalidade da sua vida», pois é a Mãe da Jesus. Como nos diz João Paulo II em sua carta apostólica Mane nobiscum Domine, Ela «encarnou a lógica da Eucaristia na sua existência inteira». Portanto, podemos dizer que a espiritualidade de Maria é uma espiritualidade nitidamente Eucarística. Desta forma «A Igreja, vendo em Maria o seu modelo, é chamada a imitá-La também na sua relação com este mistério santíssimo.» 
E como viveu Maria sua “fé eucarística”? 
Como devotos de Maria podemos dizer com o Papa que  «de certo modo, Maria praticou a sua fé eucarística ainda antes de ser instituída a Eucaristia, quando ofereceu o seu ventre virginal para a encarnação do Verbo de Deus.» 
Meu irmão, minha irmã, que neste mês  de Maio, mês de Maria, possamos viver intensamente na Paróquia Imaculada Conceição ou onde  estiver vossa a comunidade de fé, estes santos mistérios que têm como ponto alto: Jesus Eucarístico. Amém!  

segunda-feira, 18 de abril de 2016



DA PÁSCOA RUMO À PENTECOSTES

                      por Diácono Almir Martins


A FESTA DOS CINQUENTA  DIAS  -  O espaço de tempo  entre a Ressurreição do Senhor  - a Páscoa - e o cumprimento da promessa do  envio do Paráclito, que termina no dia 14 de maio, dia de São Matias Apóstolo, quando a Igreja lembra  a Solenidade de Pentecostes.

Três  textos bíblicos  nos ensinam sobre " a Força pela pela qual caminha a Igreja - O Envio do Espírito Santo sobre Maria Santíssima e os Apóstolos reunidos no cenáculo. 

Os Atos dos Apóstolos (At 23,1-11), a Primeira Carta aos Coríntios (1 Cor 12,3 b-7.12-13) e o Evangelho segundo João (Jo 20, 19-23) nos revelam que a  missão  que o Pai tinha confiado ao Filho, 
agora é confiada à todos nós.  Então Ele derrama com abundância seu Espírito Santo sobre cada um de nós, e nos envia em Missão . 

Estamos vivendo o tempo Pascal - lembrando Jesus Ressuscitado, e esta caminhada segue rumo à Pentecostes, a festa do Espírito Santo.

Quem é o Espírito Santo? 

É o Supremo Dom do Cristo Ressuscitado à sua Igreja - que somos todos nós!

O Papa Francisco em sua Exortação Apostólica "Evangelii Gaudium" , lembrou: "No Pentecostes , o Espírito faz os Apóstolos saírem de sí mesmos e transforma-os em anunciadores das maravilhas de Deus, que cada um começa a entender na própria língua".

Meu caro irmão, minha cara irmã, é o Espírito Santo que infunde a força para anunciar o Evangelho ( parresia) em voz alta e em todo o lugar. Por isto é que a Igreja ensina que vivemos os tempos do Espírito Santo, a Força pela qual somos anunciadores da Boa Nova, não só com a Palavra, mas com nossa própria vida transfigurada pela presença divina.

Assim, queridos paroquianos da Imaculada Conceição, da nossa Comarca, e de toda a Igreja, que possamos  todos, vivendo nestas oito semanas  o Ressuscitado, fazermos novas todas coisas, e iluminados pela luz de Cristo, vivermos em sentimento pascal rumo à Pentecostes. 

Amém!          

sexta-feira, 11 de março de 2016

O TRIPÉ DO CRISTÃO PARA A PÁSCOA


por Diácono Almir Martins

                  

Irmãs e irmãos na Fé! Estamos em  plena Quaresma, este tempo necessário para preparar mais e melhor o nosso coração para vivenciar a Páscoa do Senhor  - que neste ano celebraremos no dia 17 de março próximo.  

Para a Páscoa da Ressurreição precisamos nos esforçar  em colocar em prática , agora, o "Tripé do Cristão" - A oração - o estudo - e a nossa Ação!

Somente rezando, estudando, e agindo com esmola e jejum, saberemos mais do sentido da verdadeira - PÁSCOA!

Saberemos, por exemplo, que na Solenidade de Ramos abrem-se as portas da Semana Santa com a recordação da entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, e o relato da Paixão, segundo Lucas.  

É pelo estudo e a oração que saberemos que o valor da Paixão de Jesus; que iremos compreender melhor  o grande e único motivo que levou o Senhor  a aceitar o caminho da
humilhação e da Paixão - que foi o seu "Amor por nós"!  

Pelo gesto da Ação-Esmola, aprenderemos sobre o tríduo pascal. A Quinta-Feira Santa - A Ceia do Senhor e o gesto do Lava-Pés. 

Saberemos mais e melhor sobre o Sábado Santo, a vigília - a espera do  Grande Dia - A Páscoa da Ressurreição!

Com a prática do "tripé do cristão" - a  oração encarnada, Jejum e esmola - saberemos mais sobre a lição da Cruz - daquela Sexta-Feira Santa. 

Fazendo os gestos quaresmais , saberemos que a nossa salvação passa necessariamente pela lição da Santa Cruz. Saberemos que esta lição é a lição do Amor. Que Cristo ocupou  naquele instrumento de punição, um lugar que deveria ser nosso!

Por isto, também aprendemos que na Sexta-Feira da Paixão , é dia de "Silêncio" - E esse silêncio nos fala alto!  Dobrando nossos joelhos, estudando e amando o irmão, saberemos que ninguém se salva  sem carregar  o seu madeiro salvador do sacrifício. 

Rezando, estudando e fazendo nossa ação caritativa,  enfim, saberemos mais e melhor sobre o Mistério da nossa Salvação! 

Amém!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Itinerário Formativo de Iniciação á Vida Cristã Com Catequistas

por Maristela Querino


A Palavra do Senhor é Viva e Eficaz” (Hb 4,12)


O Concilio Vaticano II mudou profundamente a Igreja. Porém passados já cinqüenta anos, as mudanças estão ainda mais nos documentos do que nas verdadeiras práticas.

“Medellín (1968) já chamava a atenção para a necessidade de uma “Nova Evangelização”.

“Evangelli Nuntiandi”, afirma que antes de “sacramentalizar” é preciso “EVANGELIZAR”. Levar os interlocutores se conectarem com Jesus de Nazaré e compartilharem a Boa Nova do reino de Deus , inaugurado por Ele.

Neste sentido a Catequese está desafiada a viver um novo momento. Daí a importância da Animação Bíblica da Pastoral como um todo, a começar por um processo de Iniciação á Vida Cristã, centrada na Palavra.

Num mundo cada vez mais descristianizado e onde os valores evangélicos estão cada vez mais ausentes, a Iniciação Cristã se torna cada vez mais urgente.

Neste contexto, nossos catequistas precisam de melhor formação. Em alguns casos, precisam até mesmo serem catequisados.

Nossa paróquia em comunhão com nossa Diocese iniciou em 2015 a Formação para Catequista pelo Método das Cartas. Tivemos a oportunidade de experimentar dois dos seis eixos que a formação nos oferece: o Existencial e o Eixo Bíblico-Catequético, onde podemos conhecer este Jesus Formando e Formador. Vivemos a experiência das primeiras comunidades, vimos a “Igreja como povo de Deus” e Maria no Plano da Salvação.

Com este estudo iniciamos um novo ano, nossas expectativas e propósitos abraçam a esperança de que é possível tornar nosso sonho realidade, porque temos a alegria de transmitir o tesouro maior que é Jesus Cristo.

Queridos catequistas, neste ano da Misericórdia, o Ano da Graça que Deus nos oferece, convidamos você a se enriquecer ainda mais com o terceiro Eixo: o Teológico-Catéquetico, onde mergulharemos nas verdades de nossa fé: 
O CREIO – Fé e Vida testemunhada. 
Os MANDAMENTOS – A lei do Amor. 
O Pai-Nosso – A oração que Jesus nos ensina a perseverar no amor.

Esperamos caminhar juntos na alegria de evangelizar e sermos evangelizados.

Forte Abraço e bons encontros.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A CASA COMUM NOSSA RESPONSABILIDADE

Por Diácono Almir Martins



“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).

Irmãos em Cristo, Paz e Bem!

Com este versículo de onde foi inspirado o processo de criação do cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, sendo este também o lema da Campanha, quero propor a  vocês uma breve reflexão sobre este tão vasto e rico tema.

A natureza, as plantas e os animais, o verde, os mananciais cachoeiras e rios, nossas praias limpas - sem lixo e dejetos de cachorros, e outros bichos de “estimação”, - deve ser preocupação e responsabilidade nossa.

Assumir a responsabilidade com a Casa Comum exige uma profunda mudança no estilo de vida e nos valores que orientam nossa ação. Nosso modelo de sociedade está baseado no consumo e na aparência. Para suprir essas necessidades, sacrificamos a Casa Comum, que é a Casa de todos, que é o espaço em que habitamos.

Nem sempre estamos atentos para atitudes simples, por exemplo, o descarte correto do lixo, ligar nossas casas às redes de esgoto, cuidar da água, entre outras. A falta desses cuidados fere a Criação, de forma que, no lugar de flores, jardins e frutos diversos vemos esgoto a céu aberto, rios poluídos e monoculturas.

A CNBB, para esta Campanha neste 2016, entende com preocupação que "a diversidade da criação de Deus desaparece. A terra alegre fica triste. No entanto, a fé em Jesus Cristo nos anima a assumirmos o cuidado com a Casa Comum como resposta ao amor incondicional que Deus oferece a cada um e cada uma de nós. Assumir esse compromisso reacende a esperança de um novo céu e uma nova terra onde habitam a justiça e o direito”.

O rosto da mulher em destaque no cartaz da Campanha denota esta preocupação. Queremos que as mudanças dos paradigmas e valores que nos orientam nessa sociedade de consumo transformem o rio poluído em água cristalina e habitado por muitos peixes, a terra seca em uma terra renovada e
abundante. Com essa transformação, poderemos dançar e celebrar a esperança de que o projeto da Casa Comum não terá fim, mas continuará por gerações e gerações.

Irmãos e irmãs ! Que a Campanha da Fraternidade que nasceu há décadas por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, em Nísia Floresta, Arquidiocese de Natal, RN, como expressão da caridade e da solidariedade em favor da dignidade da pessoa humana, dos filhos e filhas de Deus, continue a ressoar em nossos corações.

A Campanha da Fraternidade tem hoje os seguintes objetivos permanentes: 

  1. Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; 
  2. Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; 
  3. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja)”.

Ao percorrermos o itinerário da Campanha que nossos irmãos nos prepararam, possamos continuar seguindo Cristo, caminho, verdade e vida (Cf. Jo 14,6).

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24). É o que deseja a Paróquia Imaculada Conceição:

Que assumamos a responsabilidade com a Casa Comum, que exige de cada um dos paroquianos uma profunda mudança no estilo de vida e nos valores que orientam nossa ação. Como já mencionei, nosso modelo de sociedade está baseado no consumo e na aparência. Para suprir essas necessidades, sacrificamos a Casa Comum, que é o espaço em que habitamos. Assim, cuidando da Casa Comum, caminhemos rumo à Páscoa de Jesus! Amém!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

QUANDO É NATAL 

por Diácono Almir Martins 


O Verbo Divino que não é carne, " se fez carne" e habitou entre nós! 

É chegado o Natal! 

Caros irmãos e irmãs na Fé! É tempo do ADVENTO. 

Quatro semanas em que preparamos mais intensamente o nosso coração para a festa natalina. Está chegando esta grande festa da cristandade - O Natal de Jesus! 

Sob o signo de uma Estrela Guia, que guiou os Santos Reis Magos do Oriente, num estábulo nasceu o Salvador, pobre e inclinado numa manjedoura. 

Nasceu o Menino pobre! 

É obra Divina e humana. Nasceu de Maria - a humilde Serva do Senhor, a "Amada de Deus e Senhora nossa. Quantas lições aprendemos neste Tempo do Advento, nestas quatro semanas que antecedem o Natal! 

Aprendemos que é um tempo onde "todo mundo ama todo mundo" , ou finge amar, pois vemos até mesmo pessoas que não se aturam, não se suportam, que neste tempo, se cumprimentam pela ruas. Há um "oba,oba" . 

As pessoas andam mais depressa. O comércio é ativado. O dinheiro gira rápido. 

Aprendemos também lições de humanidade e fraternidade. Os corações amolecem. As campanhas de ajuda aos mais necessitados se intensificam. Os carteiros trabalham horas extras. Há uma chuva de envelopes padronizados com felicitações de "boas festas" - "Um feliz Natal e um próspero Ano Novo". 

No Natal aprendemos na Igreja de Cristo e recapitulamos o terceiro mistério gozoso - "o desapego aos bens materiais e o nosso apego aos bens espirituais", pois lembramos que o Menino nasceu pobre numa gruta de Belém. 

Aprendemos, finalmente, com o Natal, ou pelo menos deveríamos guardar uma verdade e nos converter para ela. A verdade de que, um só dia não é o Natal, mas o renascer de cada aurora. Que sendo criado á imagem e semelhança de Deus, nasce a vida todo dia - e isto é Natal ! 
Nasce a vida nas peripécias das crianças, no pião lançado no círculo em fieira desprevenida, na bola que a criança chutou na vidraça alheia, nos joelhos esfolados da esperança. E isto aprendemos QUANDO É NATAL!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

MISERICORDIAE VULTUS


por Almir Martins 


Irmãos em Cristo, Salve Maria! 

Com as bênçãos da Imaculada Conceição, a padroeira de Imbituba, estamos sendo convidados pela Igreja Católica a vivenciarmos O ANO DA MISERICÓRDIA, que começa no dia 08 de dezembro e terminará no ano que vem, em novembro com a Festa de Cristo Rei. 

Está registrado na Bula Papal (documento 200) intitulada pelo Papa Francisco de “O Rosto da Misericórdia” ou “ Misericordiae Vultus”. A Bula de proclamação do Jubileu extraordinário da misericórdia, indica os tempos, as datas de abertura e encerramento do Jubileu e as modalidades principais do seu desenvolvimento. Francisco apresenta uma reflexão teológica e bíblica sobre o tema da misericórdia, fazendo referência aos dois Testamentos e à misericórdia como missão da Igreja. O dia 8 de dezembro de 2015 também marca os 50 anos de encerramento do Concílio Vaticano II. O Papa Francisco assinalou este evento como "uma nova etapa na evangelização de sempre" e, citando São João XXIII e o Beato Paulo VI, ressaltou o primado da misericórdia na vida da Igreja.
Somos convidados a “atravessar a PORTA DA MISERICÓRDIA“. Somos convidados a receber, passando por uma “conversão” e gestos de misericórdia, INDULGÊNCIAS! O Santo Padre estabeleceu como lema do Ano Santo a exortação de Jesus: "Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso" (Lc 6, 36), assinalando a virtude da misericórdia como um "critério para individuar quem são os seus verdadeiros filhos". "Somos chamados a viver de misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para conosco", ensinou. Ao indicar o caminho para praticar essa virtude, o Papa pediu aos fiéis que ficassem atentos à voz de Deus. "O imperativo de Jesus é dirigido a quantos ouvem a sua voz. Portanto, para ser capazes de misericórdia, devemos primeiro pôr-nos à escuta da Palavra de Deus. Isso significa recuperar o valor do silêncio, para meditar a Palavra que nos é dirigida".
Sua Santidade também pediu que se redescubram as obras de misericórdia. "É meu vivo desejo que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual". Comuns na catequese tradicional da Igreja, as obras de misericórdia corporal são: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos e enterrar os mortos. As de misericórdia espiritual, por sua vez, são: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas e rezar a Deus pelos vivos e defuntos. Vivamos, pois, à partir do dia 08 de dezembro o Ano da Misericórdia! 
Amém!